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sábado, 9 de setembro de 2017

Namorado é suspeito de matar manicure em Fazenda Coutos 3

A manicure Rejane Vieira Gomes da Silva, de 42 anos, foi assassinada, na madrugada desta sexta-feira, 8, em um bar na rua Cristóvão Barreto, no bairro de Fazenda Coutos 3, em Salvador. O namorado dela, Maurício Celestino da Silva, 46, é apontado como principal suspeito do crime.

Em nota, a Polícia Militar (PM) informou que o crime foi motivado por ciúme. Maurício e Rejane estavam em um bar com outras pessoas e ele teria atirado nela após uma briga motivada por ciúme de outro homem, que estava no local.

O projétil transfixou o braço esquerdo de Rejane e a feriu no tórax. Ela foi levada ao Hospital do Subúrbio (HS), mas morreu antes de chegar à unidade de saúde.

Informações da Polícia Civil dão conta de que Maurício se apresentou na 19ª CIPM (Paripe) logo após o crime. Na casa dele, os policiais encontraram um revólver de calibre 38 com cinco projéteis intactos. Maurício foi levado ao Departamento de Homicídios (DHPP) por policiais da Operação Apolo.

No final da tarde de ontem, familiares de Maurício aguardavam notícias em frente ao DHPP. Eles não quiseram conceder entrevista, mas negaram que tenha sido ele o autor do crime.

A reportagem tentou contato com o advogado de Maurício, mas não teve retorno até o fechamento desta edição. Pouco antes das 18h, ele estava reunido com um delegado no DHPP, conforme um policial civil.

A reportagem também tentou, sem sucesso, falar com o delegado. A assessoria da Secretaria da Segurança Pública (SSP) não tinha informações sobre o caso. “Ele nega ter atirado na mulher e diz que o crime foi cometido por traficantes da área. Mas testemunhas afirmaram que foi ele”, afirmou um policial civil, sob anonimato.

Maurício também foi apontado como autor do tiro por um parente de Rejane. Na Rua Cristóvão Barreto, os moradores evitaram falar sobre o crime.

“Ela era muito gente boa, divertida”, disse um amigo de Rejane, que buscava saber sobre o enterro da manicure. Por telefone, uma das duas filhas dela afirmou não ter condições de falar sobre o caso. A jovem informou que o corpo da mãe já havia sido liberado do IML, mas o enterro estava sem definição.


(ATarde)

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